quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Sacro Ofício (Sacrifício)


I

Se amas de giz,
ocultas à fala,
persistes e diz,
na rima, que cala...

no sufoco...

teu amor acrílico.
Quebrou-se feito,
vil. 

II

Amo,
em lamber o sal da pele,
e sentir o doce do âmago.
Além da rima, do cala(r)frio...

que não percebes...

meu amor fatídico.
Se guarda no seu,
cio.


Um comentário:

Paula Izabela disse...

Achei seu blog através de um comentário q deixou no meu há muito tempo. Bom encontrá-lo por aqui. Gostei da sua escrita! Voltarei mais vezes. Abraços!