I
Se amas de giz,
ocultas à fala,
persistes e diz,
na rima, que cala...
no sufoco...
teu amor acrílico.
Quebrou-se feito,
vil.
II
Amo,
em lamber o sal da pele,
e sentir o doce do âmago.
Além da rima, do cala(r)frio...
que não percebes...
meu amor fatídico.
Se guarda no seu,
cio.













1 comentários:
Achei seu blog através de um comentário q deixou no meu há muito tempo. Bom encontrá-lo por aqui. Gostei da sua escrita! Voltarei mais vezes. Abraços!
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