
Se eleva,
ao inerte frio.
Onde há o frio,
que se leva.
se eleva,
ao inerte frio.
Onde há o (f)rio,
que se leva,
tudo.
E o todo fica,
mudo.
Apercebe-se,
o cio.
Se percebe...
Eis que se tem a cura,
do veneno e do fel,
feito a cana dura,
d'onde tem-se o mel.

ao inerte frio.
Onde há o frio,
que se leva.
Pois se foram coisas primeiras,
essas coisas terceiras,
e maculadas,
são a mágoa inteira,
que se reitera,
em mágoas quebradas.
Certo o feito,
errada a hora,
dói o peito,
e a dor demora.
Do valor perdido,
pelo risco do novo.
Do enfaro à libido,
pelo medo. De novo,
essas coisas terceiras,
e maculadas,
são a mágoa inteira,
que se reitera,
em mágoas quebradas.
Certo o feito,
errada a hora,
dói o peito,
e a dor demora.
Do valor perdido,
pelo risco do novo.
Do enfaro à libido,
pelo medo. De novo,
se eleva,
ao inerte frio.
Onde há o (f)rio,
que se leva,
tudo.
E o todo fica,
mudo.
Apercebe-se,
o cio.
Se percebe...
vazio.
Mas fértil!
Do frio,
inerte (?)
Mas fértil!
Do frio,
inerte (?)
Eis que se tem a cura,
do veneno e do fel,
feito a cana dura,
d'onde tem-se o mel.












1 comentários:
Meu escritor anônimo preferido. =]
esses dois últimos, como são também meus! Eu tou com saudades, antes de viajar apareço aí. Um bj.
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