
Ecos que refletem sob o mesmo som repetido. Repedido, reperdido, na constância. Repercutindo, repercurtindo, em batidas diferentes. São dúvidas insolventes que profanam a calmaria alheia. O que queres aqui, Retórica?
Não serves, quando és eco de um self atormentado. Ansioso em convencer os outros pela incapacidade estampada na ausência do convencimento de si mesmo.
É do mesmo modo como não me serve a métrica. Quando quem dela se serve, servo dela é.












2 comentários:
Sábia escolha. Ainda mais quando o outro é uma farsa em si. E se disfarSa (com s mesmo), até de si próprio.
pois eh minina... A Srta. Retórica, sua métrica, e seus fantasmas...precisam mesmo de um tratamento. "E no final o maluco sou eu", ai ai Raul... rsrsrs
Resta saber se existem psicólogos fantasmas...
Bjin Dgi! Valeu a força.
; )
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