sábado, 15 de maio de 2010

Quando da consciência do disfarce



Vir, Ver...E escolher viver. Assumidamente e sumidamente. Uma amostra. De sei lá o que inexistente. Oco. Em seu foco sufocante. Sulfurado cheirando a groselha.
SulfoKant idealismo transcendental que ascende a porra nenhuma.
Proposital.
Latu sensu-alis (au au, cachorrão!).
Afinal, Omnia munda mundis.

Conturbada masturbação do entubado. Mas vai amor,
continua e não desfaça...
É mais fácil a farsa. Que o faça.
E vamos tornar tudo o que não se é. Mas que acaba sendo,
disfOrçadamente,
planejado.

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