quinta-feira, 11 de março de 2010

Amor, ao mar

Com paixão…

Atônita,
Platônica,

Dele… quis apenas,

um tom,
um tônico,

E dele… teve a pena,

o ator,
sem platô,

a compaixão…

...de um amor marinheiro,
de ondas, de enjôo, de enfado,
balançava ao mar para sempre,
à sorte, um jogo de dados

...de um amor navegante,
em um silêncio que fala,
e a ela, andarilha errante,
sussurrava, morrendo na praia,

...de um amor à deriva,
lampejo de um coração,
naquele, que ele deriva,
não houve dissolução,

...já bastava de ser derradeiro,
recolheu a âncora de amar,
sem esperar novo janeiro,
Amar, navegante… o mar!!

...pois saber que se doa,
e doar que se pensa,
é pensar que se sabe,
Amar. E isso, não o era.



A mar(é) (d)a música contínua. E isso, é o que respira...

3 comentários:

Kell disse...

A maré da música contínua.
X
Amar é a música contínua.

Quanta diferença!! E se o segundo é o que respira, junto com a última fotinha, deixa o escrito alegre e cheio de esperança! E tu deu esse salto praticamente do nada, ou melhor, de uma melancolia q vai até o penúltimo verso. E quando penso que é o último...KAbOOMM...aparece uma fotinha e uma frasezinha mágica!!

Mininooo isso ta lindo! Posso tomar emprestado?

bjão
:]

Rafael sem h disse...

Já tomou!! rsrsrs

Oxeee..num é que eu ganhei um click from england!! Olha que chique! ; )

Depois me conta como tão as coisas por aê Sarri! E o guri? Já sabe jogar bola?
Com o Alex ele num vai aprender nunca!! rsrsrsrs

E essa é direta pra ele: "your broken sunglasses, man!! Don´t tell me that you have this (YET!!)"

Tudo de bom pra vcs!!

; )

Claudinha disse...

Gostei muito desse jogo de palavras!
Gostei mesmo!
:)