terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Meu guia prático da nova ortografia da língua portuguesa



Escolhi, hoje, escrever este artigo. Definido.
Deve-se ter cuidado e cautela com as conjunções. De pensamentos. De palavras. De saberes. De fazeres.
Meus objetivos não são adjuntos, advérbios ou adjetivos.
Apenas uma interjeição: A sentida.
O período é simples. Composto por coordenação (sindética e aditiva). Sem prefixos, sufixos, ou fixos. Flexível em gênero, número e grau.
Não aposto em vocativos. E sim, nas vocações.
A pre-posição ideal é a guarnecida.
A conjugação é verbal. E assim também o julgo.
O Verbo é auxiliar e abundante. As vozes verbais concebem o mundo reflexivo. Apesar disso, o homem ainda insiste no entendimento desequilibrado de voz ativa e passiva.
Assim, todas as noites rezo uma oração sem sujeito, cujo predicado é Verbo-nominal. Sem tempo verbal, que não seja o próprio Verbo.
O segredo é aprender a compreender. E compreender um substantivo, tão concreto quanto abstrato. Próprio e comum de dois. E de mais:

Amor.

4 comentários:

Ângela Calou disse...

então da língua, os melhores adjetivos para o texto e seu autor, que conjugam e posicionam o Verbo correto corretamente.

muito bom.

Ruanna Gonçalves disse...

Muito bom.

Emilinha disse...

Abri minha geladeira e sorvi Dona Zica de uma vez só. Babei!
Doce som, bom demais.
Dona Zica: grande dica!
E a postagem de hoje é o verdadeiro bolinho pedagógico do amor.
Quero mais!
Bjnhos

Claudinha disse...

Gostei muito do teu blog... Muito bom.
Vc é de fato poeta...

Um abraço :)