terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Tudo o que respira quer comer... literalmente...



Literal, mente

Literal, na mente

Literal, na carne

Literal, no ter


Necessariamente

Necessário, mente

Necessário, a mente

Necessário, a carne

Nécessaire, no cessar


Eu posso beijar? pegar? lamber? (como os verbos mudam e evoluem entre nós.)

Desconexo, sem nexo, no sexo... nossa conexão,

Minhas calças aumentam e te causam pressão,

A prova que teu amor mexe comigo,

Tudo real, e você pode sentir (molhadinho) como eu te amo...


Amor: A vontade do (ainda) não tido...

E depois que tiver?

(Mas pra que essa pergunta agora,

Deixa aflorar senão estraga...)


E esse é NOSSO sentimento,

Bem maiúsculo, como você me deixa

Construído pelo desejo de nossas células,

Que se tocam, nos assistindo pelas lentes de olhos pornôs


E eu aprendo contigo...sempre aprendo contigo,

Que a primeira masturbação é mental,

A prova que o nosso sentimento vem mesmo de dentro!

Uau! O que é isso forte que ta pegando entre a gente?


Não sei. Mas pega mais e mais,

O toque sutil das zonas erógenas: Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh....

Isso é gico

Isso é gico

Isso é gicO

Isso é gICO


Isso é mágico!! E depois murcha...



Pois tudo o que respira quer comer... antes de dormir.


Apêndice (por Tom Jobim): e... "se todos fossem no mundo, iguais a você..."



3 comentários:

Ane Lopes disse...

"Bem maiúsculo, como você me deixa"
hahaha adorei

Jr. disse...

"Amor" moderno!! É exatamente essa merda toda que acontece!! Ainda bem que ainda há pessoas que procuram algo que não seja isso.

abraço.

Rafael sem h disse...

Sim. Na verdade isso é uma crítica (n bem um conto) dessa questão. A libido confundida com amor. A coisa em si do sexo que, disfarçadamente (ou nem tanto), assume o papel do amor.

Mas é como vc disse Jr. ...tem exceções.
Ane, Ane...tu acanalha logo neh! rs