segunda-feira, 6 de abril de 2009

Das pessoas, dos vórtices, e no íntimo.



As pessoas se deixam levar por idéias alheias. Moldam-se no suco de valores adquiridos (cônscios ou não). Não percebem que a idéia real é aquela que existe sem precisar ser pensada. Essa idéia é basicamente aquilo que se é. Por dentro. Não se precisa de vento pra viver. Precisa-se de ar. Mas no ar, inventam ventos, tormentas, vendavais e furacões. Os “filósofos” andam gerando, do pensamento, fezes (não no sentido fecundo). Não há o “café filosófico”, apenas urina. A última foi francesa, e pós-doc. A filosofia não deve se preocupar com prerrogativas inúteis. É justamente o contrário. Mas insistem em não pensar por si só. Insistem em repetições, citações, ou ineditismos abstratos. Tornaram a cabeça de Nietzsche um eclipse vazio. Nas teses mais absurdas. E sem tesão (razão de ser). Conhecimentos puramente ostentáveis. Complexidade burra, e portanto, nada aplicável.


Os vórtices são caminhos distintos para um mesmo destino. Há vários deles. Os vórtices amáveis, os sofríveis, os compartilhados, os inertes. Vórtices do indivíduo, vórtices sociais. Vórtices éticos, morais, e marginais. Embora eu escreva pra fora, te falo por dentro. Assim o intento se justifica.


No íntimo que se pensa, pela boca reluz. Ávido e Intrépido. Existe sim algo que bate e ama: O coração. E existe sim uma filosofia válida: A filosofia da simplicidade.

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