segunda-feira, 14 de julho de 2008

De um pra outro, do outro pra um, e de dentro dos dois.



O amor anda de mãos dadas,
E de mãos dadas faz desandar em amor.

Ousa,
Supera,
Degela
.

Não é o beijo, não é o toque, não é a chama.

É amor.

Esses coadjuvantes se esgotam,
E o amor como ator principal sobrevive.

E faz sobreviver...

Se temos uma alma no corpo,
é como se o amor fosse uma alma de todo resto.

O sentir,
de todos,
os sentires,


E do amor...não quero um que não seja de nós dois.

Nosso.

4 comentários:

Tata disse...

E me fez lembrar num amor... num doce e tempestuoso amor.

Algo como almas gêmeas, reencarnadas, reencontradas.
O título mais que interessante.
E eu adorei.

:)

Fátima disse...

simplesmente perfeito...como tudo q tú escreve...

tainara disse...

Queria desvendar os teus mistérios,não estou falando de nada vulgar e sim da sua inspiração!
É muito legal esse poema,gostei mesmo !
;-)

Tata disse...

aqui tá um calor de matar!!!

=)

dia, dia!