segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Resquícios incessantes
constâncias inconstantes
cadências decadentes
de ruínas que não se apreciam
de silêncios que não silenciam

Assim, mais uma vez, volto a pensar
como de novo, e de novo, e de novo...

Um comentário:

Amaranta disse...

Um brinde a dialética da vida!